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Vale por cinco

A BMW está lançando um veículo com cinco diferentes tecnologias de motorização. O novo X5 será o primeiro modelo a oferecer a escolha entre propulsão elétrica a bateria, híbrido plug-in, gasolina, diesel e célula de combustível a hidrogênio. Após testes bem-sucedidos, o novo iX5 Hydrogen chegará ao mercado em 2028 como o primeiro modelo da marca movido a hidrogênio produzido em série. A tecnologia tem base na terceira geração do sistema de célula de combustível que o BMW Group está desenvolvendo em parceria com a Toyota Motor Corporation. A BMW também apoia a HyMoS (Hydrogen Mobility at Scale), iniciativa criada com o objetivo de aumentar a viabilidade econômica dos ecossistemas de mobilidade a hidrogênio ao concentrar a demanda de todos os tipos de veículos, incluindo caminhões, ônibus e automóveis de passageiros, com um projeto-piloto inicial previsto para a Alemanha.

Novidade em Porto Real

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A Stellantis confirma a produção do Jeep Avenger no Polo Automotivo de Porto Real (RJ) a partir do próximo ano. O anúncio integra o plano de investimentos de R$ 3 bilhões divulgados para a fábrica sul-fluminense entre 2025 e 2030. No início deste ano, 300 novas contratações foram feitas para o polo de Porto Real. A região receberá ainda cinco novos fornecedores, dos quais dois estarão instalados dentro do parque até 2026. O Avenger é um SUV compacto posicionado como modelo de entrada da Jeep no Brasil, mais acessível que o Renegade. O Avenger “nacional” deverá ter motor 1.0 turbo flex de 130 cavalos com sistema híbrido leve de 12V, competindo com o Fiat Pulse, o Renault Kardian e o Volkswagen Tera. Com 4,08 metros de comprimento e 2,56 metros de entre-eixos, o Avenger será produzido sobre a plataforma Smart Car (CMP), a mesma do Peugeot 2008. 

O mais rápido do planeta

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Líder mundial de vendas de veículos eletrificados, a BYD comemora desta vez um recorde de velocidade para carros de produção em série. Foi com um representante da marca de superesportivos premium da fabricante chinesa, a Yangwang, que estabeleceu o pico de 496,22 km/h com o U9 XTreme no centro de testes ATP Automotive Papenburg, na Alemanha. Originalmente conhecido como U9 Track/Special Edition e agora confirmado como U9 XTreme em sua configuração de produção (ou apenas U9X), o carro mais rápido do mundo aproveita a arquitetura técnica do U9 atualmente à venda na China. O U9 XTreme tem plataforma atualizada com o sistema elétrico de ultra alta tensão de 1.200V, bateria Blade de fosfato de ferro e lítio, quatro motores que operam a até 30 mil rpm e produzem um total de mais de três mil cavalos de potência e impressionantes 171 kgfm de torque, pneus semi-slick de competição e suspensão DiSus-X com calibração específica para lidar com as tensões aumentadas da pilotagem em circuito.

Picape no ataque

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A picape média Frontier Attack recebeu atualizações na segurança. A partir de agora, a versão aventureira da picape ganha novos itens no pacote ADAS de assistência ao motorista, incluindo alerta avançado de colisão frontal (avisa sobre o risco de colisão), assistente inteligente de frenagem (atua para evitar ou mitigar danos de colisões) e alerta inteligente de atenção ao motorista (ajuda a prevenir acidentes causados por fadiga). De acordo com a versão, a Frontier pode ter Visão 360 Graus Inteligente, detector inteligente de objetos em movimento, teto solar, multimídia com tela de 8 polegadas, seis airbags e sistema Isofix para cadeiras infantis. Todas as variantes da Frontier utilizam motor 2.3 16V biturbo a diesel com 190 cavalos de potência e 45,9 kgfm de torque, associado à transmissão automática de 7 marchas. A linha 2026 da picape também foi simplificada, e passa a ser oferecida nas versões Attack (R$ 277.590), Pro-4X (R$ 317.990) e Platinum (R$ 317.990). As configurações S, SE e XE foram descontinuadas.

Desfile nos Estados Unidos

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Três supercarros da McLaren Automotive percorreram 6.223 quilômetros (cada um) em estradas abertas ao tráfego dos Estados Unidos. A viagem denominada de “States of Endurance” homenageou os 30 anos da vitória em Le Mans, ocorrida em 1995. Os pilotos ingleses da McLaren Automotive Paul Rees, Jack Barlow e Oliver Webb estiveram ao volante do 750S Coupé, do 750S Spider e do Artura Spider. Os carros da “States of Endurance”, com pinturas que representam as três fases das 24 Horas de Le Mans (amanhecer, dia e noite), demonstraram como veículos deste porte podem resistir a longas distâncias, como se isto fosse preciso! A linha de rua da McLaren Automotive é construída a partir das experiências vindas das pistas, seja nas provas de longa duração ou da equipe da Fórmula-1, heptacampeã a partir da temporada de 2014.

Detalhando o pneu

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Os números estampados na lateral externa de um pneu indicam a medida e as características de segurança. Na marcação “205/55 R 16 91V”, o “205” é a largura da banda de rodagem em milímetros, o “55” é a altura do perfil (equivalente a 55% da largura), o “16” é o diâmetro do aro em polegadas, o “91” é o índice de carga máxima que o pneu suporta e o “V” é o índice de velocidade máxima para o pneu. Especificando:
Largura – É a distância em milímetros entre os flancos (paredes laterais).
Perfil – O número representa a altura da parede lateral em porcentagem da largura do pneu. No exemplo: 55% de 205 milímetros.
R, construção radial – Indica que o pneu tem uma construção interna de cabos dispostos radialmente (a mais comum).
16, diâmetro do aro – É o diâmetro em polegadas da roda em que o pneu deve ser montado.
91, índice de carga – É um código numérico que representa a carga máxima que o pneu pode suportar. Para saber o valor exato em quilogramas, é preciso consultar uma tabela de índice de carga.
V, índice de velocidade – É uma letra que indica a velocidade máxima que o pneu pode suportar com segurança. No exemplo, o “V” corresponde a 240 km/h. Já o “T” equivale a 190 km/h, o “U”, a 200 km/h, o “H”, a 210 km/h, o “W”, a 270 km/h, o “Y”, a 300 km/h e o “Z”, acima de 240 km/h, este, geralmente, para pneus de alto desempenho, englobando as categorias “W” e “Y”.

O verde da Ilha

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O British Racing Green (BRG), ou verde britânico de competição, representa a tradição automobilística e o espírito britânico. Sua origem remonta a 1903, quando o Reino Unido obteve o direito de organizar a prestigiosa “Copa Gordon Bennett”, realizada na Irlanda. Antes dos patrocínios na Fórmula-1, cada país tinha uma cor em seus carros. As equipes britânicas usavam o BRG, como a Lotus e, atualmente, a Aston Martin. No caso da Mini, a conexão com o BRG vem desde o lançamento do primeiro Mini Cooper, em 1959, sendo utilizado em marcos como as vitórias no Rali de Monte Carlo de 1964 a 1967 e no campeonato do British Saloon Car Championship em 1962, com vitória de um Mini Cooper S vestido com o característico verde. Para celebrar seu sexagésimo aniversário, em 2019, a Mini lançou uma edição especial em BRG, destacada por faixas comemorativas e detalhes exclusivos. A cor transcendeu o mundo do automóvel e se integrou à coleção “Mini Lifestyle”, abrangendo malas, camisetas, bonés e acessórios.

Por Daniel Dias/AutoMotrix – Fotos: Divulgação 

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